Sejam bem vindos

Caros leitores, gostaria de informar que este blog é para promover enquetes, tirar dúvidas sobres certos assuntos e descobrir coisas novas. Não estamos aqui para promover a violência entre as pessoas e a propagação do nazismo. Temos nosso objetivo focado na ciência e contamos com você para nos ajudar.

Encarecidamente: Alexandre Rodrigues Filho, Gabriel Lopes Ribeiro e Marcelo Adorni.







sábado, 21 de abril de 2012

Aniversário de Hitler.

Hoje dia 20 de abril, uma data que ficará para sempre na história, pois esse dia marca o nascimento de uma das pessoas mais megalomaníacas do mundo. 
Nesse dia senhores, o homem que matou milhares e cativou centenas nasceu em uma pequena cidade da Áustria, um rapaz franzino que não se dava bem na escola e tirava notas muito baixas, que era apaixonado por artes e amava sua mãe mais que tudo, acabara de nascer.
Entretanto, este pequeno rapaz se tornou o líder de uma grande nação,e cativou seus compatriotas com seus discursos e ideias maníacos e levou milhares de homens para a morte certa, destruiu sua nação e acabou com quase toda a Europa.
Este homem foi alvo de dezenas de tentativas de assassinatos, e ''milagrosamente'' se salvou de todas, porém após alguns dias se suicidou em seu Bunker.
Hoje seria o 123° aniversário de Hitler, uma data de luto e de infâmia, pois se não fosse esse fatídico dia milhões de vidas seriam salvas ...














sábado, 14 de abril de 2012

Franklin Delano Roosevelt

  A exatos 67 anos, no dia 12 de abril de 1945, o mundo perdeu um grande homem, um lutador que não desistiu mesmo quando todos diziam que ele não ia conseguir.
Este homem conseguiu transformar aquele Estados Unidos falido, em uma superpotência tanto econômica, quanto armamentista. Foi ele que mudou o rumo da Segunda Grande Guerra, pois sabia que sua nação, embora longe do conflito sofria sérios ricos de ser atacado.
  Treinou em questão de meses milhares de soldados que combateram de corpo e alma nos campos europeus e japoneses. Esse homem privava os direitos humanos e era um exemplo de lutador pois não deixou sua paralisia nas pernas afetar sua vida, pelo contrário, muitos não sabiam que ele era paralítico.
Roosevelt senhores, Franklin Delano Roosevelt este homem que liderou uma nação em pró ao bem maior, em pró á paz e a liberdade, e depois de muitos anos de luta veio a falecer em sua glória devido á um derrame cerebral.
  Eu sei que não importa o que eu fale nesse post, não será suficiente para homenagear este homem, porém esta é minha singela homenagem a um dos grandes homens que em meio de tanta loucura lutou pelo bem maior e a liberdade de todos.














segunda-feira, 26 de março de 2012

Entrevista de Hitler para a revista Veja.

O líder tedesco promete êxito militar contra grandes potências ocidentais, desmente estratégia para conduzir os europeus à guerra e reafirma desejo de aniquilar os judeus do continente. Aos 50 anos de idade e 6 no poder, o temido chanceler afirma: 'Nenhuma arma conquistará minha Alemanha'.
dolf Hitler não é exatamente um apaixonado pela música, mas basta um gramofone começar a assobiar os dramas musicais de Richard Wagner para que o líder germânico se coloque em tom de reverência. A exaltação do compositor ao passado mitológico da Alemanha e à criação de uma identidade nacional coletiva reverbera em cada um dos atos do poderoso Führer, que ganhou, desde sua nomeação como chanceler, em 1933, o apoio das massas às suas promessas de esplendor para o Terceiro Reich. Em uma escalada vertiginosa, Hitler fundou o partido nazista, perseguiu e silenciou opositores internos, reergueu as forças armadas e agora se dedica a restaurar a glória do Império Alemão. A invasão e a conquista da Polônia, mais recente jogada do ditador, despertou a ira de França e Grã-Bretanha e colocou a Europa outra vez em pé de guerra. Nesta entrevista, Hitler não mostra uma gota sequer de arrependimento - e promete ir até o fim em sua luta para provar a supremacia da raça ariana. "Armas nenhumas conquistarão a Alemanha. Nunca haverá outro Novembro de 1918 em nossa história."
...
VEJA - Em 21 de maio de 1935, o senhor anunciou um pacto de não-agressão com os poloneses, afirmando que a Alemanha reconhecia a Polônia como a "pátria de um povo consciente". Agora, quatro anos depois, convoca as tropas alemãs para atacar essa população e ocupar suas terras. O que mudou em sua cabeça de lá para cá?
Hitler - Primeiro é preciso explicar que uma província inteira foi arrancada do Reich e que outros territórios alemães foram entregues ao estado polonês sob a justificativa de uma suposta unidade nacional, por ocasião do Tratado de Versalhes. Pois bem: mais tarde, plebiscitos em todos esses lugares mostraram que nenhum deles desejava ser parte do estado polonês, que se erigiu sobre o sangue de incontáveis regimentos alemães. Uma coisa ficou provada nesses últimos vinte anos: os poloneses, que não fundaram a cultura dessas regiões, não souberam mantê-la. Trinta anos foram suficientes para reduzir novamente ao barbarismo esses territórios que os alemães, a duras penas, haviam civilizado. Os traços desse retrocesso eram visíveis por todos os lados.

"Dei uma ordem clara para que vidas humanas fossem poupadas
- mas desde que não resistissem."
VEJA - Mas isso justificava uma invasão?
Hitler - O cotidiano dos alemães nesses territórios era horrível. Tratava-se de um estado construído e sustentado na base da força e da truculência da polícia e dos militares. Mas o mundo se manteve surdo e mudo para o sofrimento de milhões de alemães que foram forçados a deixar sua pátria pelo Tratado de Versalhes. Ainda assim, tentei buscar uma solução que levasse a um acordo justo. E submeti essa tentativa aos governantes poloneses sob a forma de propostas verbais que eram mais que razoáveis. Você as conhece. Sinceramente não sei em que condições mentais estavam os líderes quando refutaram essas propostas. E, como resposta, a Polônia deu a ordem para a primeira mobilização. Então a selvageria do terror começou. E era impossível para uma grande força como a Alemanha tolerar tais atos. A Polônia escolheu a guerra, e a recebeu.

VEJA - A vitória militar alemã na campanha da Polônia foi inconteste, e sua rapidez surpreendeu a maioria dos observadores internacionais. O exército alemão já está completamente refeito da derrota na Grande Guerra, em 1918?
Hitler - Certamente. Com menos de uma semana de combate, não havia mais dúvida do resultado. Quando as tropas polonesas encontraram as unidades alemãs, ou foram derrotadas ou foram repelidas. A idéia de uma grande ofensiva polonesa contra o território do Reich ruiu nas primeiras 48 horas da campanha. As unidades alemãs sempre foram senhoras da situação, em todas as batalhas. Do dia para a noite, a maior parte da força militar polonesa foi massacrada, capturada ou rendida. Enquanto isso, o exército alemão conseguiu avançar distâncias e ocupar regiões que, há 25 anos, teria levado 14 meses para conquistar. E isso sempre respeitando as regras do jogo. Dei uma ordem muito clara nessa campanha para que vidas humanas fossem poupadas.

VEJA - Não são esses os relatos que vêm do front.
Hitler - Não, senhor. Nos lugares em que as pessoas não ofereceram resistência, garanto que nem uma vidraça foi quebrada. Na Cracóvia, nenhuma bomba foi atirada, exceto nos campos de pouso, estradas de ferro e estações ferroviárias, que eram objetivos militares. Por outro lado, em Varsóvia a guerra foi conduzida por civis armados em todas as casas e ruas. Lá, obviamente, a guerra se espalhou pela cidade inteira. Nós seguimos essas regras agora e gostaríamos de segui-las no futuro. Está nas mãos de nossos adversários a decisão de conduzir sua estratégia de uma forma compatível com as leis internacionais ou incompatível com elas. Nós saberemos nos adaptar a essa escolha.

"Quando disse
que resolveria a questão judaica, eles riram. Mas agora os judeus não dão risada."
VEJA - Mas foi reportado que sete Esquadrões de Ação Especial, os chamados Einsatzgruppen, estiveram na Polônia exterminando de forma arbitrária setores da elite intelectual polonesa e integrantes da comunidade judaica...
Hitler - Bem, essa é uma outra questão. Trata-se da purificação racial. Durante toda minha vida, tenho sido um verdadeiro profeta, e costumo ser ridicularizado por isso. Na época de minha luta pelo poder, quando disse que um dia tomaria a liderança do estado e da nação e, entre outras coisas, resolveria a questão dos judeus, a raça judaica recebeu minha profecia com risadas. Mas acho que, já há algum tempo, tais risadas cessaram. E, no início deste ano, fiz uma nova profecia: se os financiadores judeus de dentro e de fora da Europa tivessem sucesso em colocar os países mais uma vez numa guerra mundial, o resultado não seria a implantação do bolchevismo no mundo, com a conseqüente a vitória dos judeus, mas a aniquilação da raça judia na Europa. A guerra está aí... E minha profecia está sendo cumprida novamente.

VEJA - Como explicar sua animosidade extrema para com os judeus? O senhor acredita que o anti-semitismo poderá resolver os problemas da Alemanha?
Hitler - O judaísmo tem um efeito pernicioso não só em nível nacional como também em nível pessoal, na má impressão deixada por cada indivíduo judeu. Como resultado, alguns podem tomar o anti-semitismo como um movimento de caráter estritamente emocional e individual. Isso não corresponde à realidade. Anti-semitismo como um movimento político não pode e não deve ser moldado por fatores emocionais, e sim pelo reconhecimento dos fatos.

VEJA - Quais seriam eles, então?
Hitler - Os fatos são que, para os judeus, o valor de um indivíduo não é mais determinado pelo seu caráter ou pela importância de seus atos para a comunidade, e sim apenas pelo tamanho de sua riqueza. Tudo que move alguém a atingir objetivos maiores, seja a religião, o socialismo ou a democracia, é para os judeus meramente meios para um fim, uma forma de satisfazer sua ganância e sua sede de poder. O resultado disso é a tuberculose racial da nação. Por isso, o anti-semitismo racional deve englobar uma luta legítima e sistemática contra os privilégios desfrutados pelos judeus, e seu objetivo final deve ser a remoção total dos judeus de nosso meio. Isso só pode ser alcançado por um governo forte, não por um governo impotente. E nós somos um governo forte.

"Mr. Churchill pode crer na sua vitória. Eu não duvido da nossa.
E o destino dirá quem está certo."
VEJA - O Tratado de Não-Agressão Nazi-Soviético deu ainda mais força à Alemanha? Alguns acreditam se tratar de um acordo entre gângsteres, que concordaram em não levantar armas entre si apenas para ter a garantia de poder cometer agressões impunemente em outras frentes.
Hitler - Tenho escutado que a cooperação entre a Alemanha e a Rússia vem sendo considerada um crime terrível na Grã-Bretanha e na França. Um britânico chegou a escrever que ela é pérfida. Bem, eles é que sabem. Eu acredito que a Grã-Bretanha toma essa cooperação como pérfida porque a cooperação entre a Grã-Bretanha democrática com a Rússia bolchevista falhou, enquanto que a Alemanha Nacional Socialista com a Rússia soviética deu certo. Queria aproveitar esse momento para dar uma explicação: a Rússia fica como ela está, e a Alemanha também. Uma coisa está clara para os dois regimes: nem a Alemanha nem a Rússia aceitarão sacrificar um só homem pelo interesse das democracias ocidentais. Uma lição de quatro anos foi suficiente para ambos os povos. A Alemanha tem reivindicações limitadas, porém claras e inalteráveis, e irá efetuá-las de uma forma ou de outra. Agora, se as forças ocidentais acham que essas reivindicações não podem ser concretizadas sob nenhuma circunstância, e se a Grã-Bretanha em particular estiver determinada a se opor a elas numa guerra de três, cinco ou oito anos, que seja.

VEJA - Primeiro o senhor disse que não desejava a guerra sob hipótese alguma. Em 1933, chegou a afirmar: "Insultam-me ao repetir que quero a guerra. Serei louco? A guerra? Mas a guerra nada resolveria. Só faria agravar a situação do mundo." Entretanto, agora o senhor parece radiante com a perspectiva de uma longa batalha em território europeu, especialmente contra a Grã-Bretanha, que reconduziu Winston Churchill ao Almirantado (leia nota na seção Gente). Afinal, a guerra é ou não é a melhor forma de resolver as pendengas européias?
Hitler - Veja bem: com a guerra, as riquezas nacionais da Europa irão se desfazer, e o vigor de cada nação se dissipará nos campos de batalha. Mister Churchill e seus companheiros podem interpretar essa opinião como uma fraqueza ou covardia, se quiserem. Não estou preocupado com o que eles pensam. Faço essa afirmação simplesmente para mostrar que gostaria de poupar o meu povo deste sofrimento. Se, entretanto, prevalecerem as opiniões de Churchill e seus seguidores, os lordes da guerra, essa afirmação será minha última. Deveremos então guerrear. E armas nenhumas conquistarão a Alemanha. Nunca haverá outro Novembro de 1918 na história alemã. É um erro infantil desejar a desintegração de nosso povo. MisterChurchill pode estar convencido da vitória da Grã-Bretanha. Eu não duvido por um só momento que a Alemanha sairá vitoriosa. O destino dirá quem está certo. 







Fonte: http://veja.abril.com.br/especiais_online/segunda_guerra/edicao001/entrevista.shtml




 

 




domingo, 25 de março de 2012

Nas portas do Reich

  Os Aliados estão a postos ao longo de uma linha que ocorre das margens do rio Scheldt na Bélgica até o curso superior do rio Reno, na fronteira da Suíça. Mas sua marcha é refreada por problemas logísticos e de suprimentos e pela persistência de dissensões internas. Montgomery não cessa de reclamar a prioridade da ''incursão'' na ala setentrional da frente de ataque aliado para ocupar a região do Ruhr (coração industrial da Alemanha); Eisenhower e Patton querem ultrapassar as fronteiras ocidentais do Reich. Os Aliados não aproveitaram a queda do inimigo para transpor as pontes intactas sobre o rio Reno e entrar em profundidade no território alemão.
  Enquanto continuam os bombardeios estratégicos sobre as cidades alemãs (nos últimos três meses de 1944 foi lançada uma qquantidade de bombas igual aquela de todo ano interior), a Wermacht conta ainda com elevado número de efetivos, mesmo que sejam compostos, em sua maioria, dos inexperientes membros da Volkssturm (milícia civil) e do exército de reserva. A essa altura a Luftwaffe está quase ausente nos céus da Europa e o que resta da Marinha alemã só tem certa liberdade de movimento no mar Báltico. O esforço defensivo alemão na frente ocidental é sustentado pelo recrutamento de 25 divisões de Volksgrenadier (granadeiros do povo) e pela indústria bélica, que sob comando de Speer, obtém excepcionais resultados (a produção de setembro de 1944 é superior a de qualquer outro mês da guerra).


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 







De Gaulle em Paris

  Em meados de agosto, trava-se, entre as margens ocidental do rio Sena e do rio Loire, a batalha que aniquila dois exércitos alemães (o VII e o V Panzers) e abre caminho para a conquista da França por parte dos Aliados. Estes dispõe de 37 divisões (das quais 12 blindadas) do XXI grupos de exércitos de Montgomery e desfrutaram de quase total supremacia no céu. Os alemães opõem 23 divisões, muitas das quais com forças reduzidas. No dia 21 de agosto, o cerco se fecha: enorme quantidade de equipamentos pesados alemães é destruída pelos ataques da aviação e da artilharia aliada. No bolsão de Falaise são capturados 50.000 alemães e morrem 20.000.
  O caminho para Paris está, portanto, aberto, e as colunas do general Jacques Leclerc entram na capital no dia 24 de agosto. A guarnição alemã, que desobedece à ordem de Hitler de arrasar a cidade, rende-se no dia seguinte, quando De Gaulle é acolhido triunfante pela população. A batalha da Normandia (6 de junho a 31 de agosto) custa aos alemães 800.000 homens, dos quais 450.000 são feitos prisoneiros. 
  No início de setembro, os Aliados avançam, rapidamente e sua vanguarda blindada entra em Bruxelas e conquista Antuérpia. Patton já atravessou o rio Meuse e está a cerca de 50 km da região industrial alemã de Saar. No teatro de guerra da França do norte e da Bélgica, a diferença de forças é enorme: cerca de 100 tanques alemães, contra 2.000 dos aliados, cerca de 600 aviões contra mais de 14.000 anglo-americanos. Apesar de esmagadora disparidade de homens e materiais, no final de setembro o avanço aliado se detém naquela faixa de terreno pantanoso que cerca o canal entre os rios Meuse e Scheldt, defendido pelos paraquedistas alemães. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 







terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Armas Navais da Alemanha Nazista

Couraçado Classe Bismarck:


  Maiores couraçados da marinha alemã, com apenas 2 construídos. O Bismarck, na sua 1ª e única missão, participou do afundamento do cruzador de batalha Hood e danificou o couraçado Prince of Wales. Foi, a partir de então, caçado pela frota britânica, sendo alcançado e destruído por couraçados e cruzadores ingleses, após ter sido retardado por ataques aéreos lançados por porta-aviões. O Tirpitz jamais disparou contra outro navio inimigo, acabando destruído por ataques aéreos britânicos (com bombas de 5.450 Kg).


Especificações:


Comprimento: 251 m (total) / 241,5 m (linha d’água)
Boca (largura): 36 m
Calado: 10,2 m
Deslocamento: 41.700 ton. (padrão) / 50.900 ton. (plena carga)
Propulsão: Turbinas a vapor, 3 eixos (138.000 shp)
Velocidade Máxima: 30,12 nós
Blindagem: 320-220mm (lateral), 50 + 80-120mm (convés), 360-180mm (torres) e 340-220mm (barbetas)
Armamento Principal: 8 canhões de 380mm/L45 (4 torres duplas)
Armamento Secundário: 12 canhões de 150mm/L55 (6 torres duplas)
Armamento Antiaéreo: 16 canhões de 105mm/L65 (8 torrres duplas),16 de 37mm/L83 (8 montagens duplas) e 18 simples de 20mm
Aviões: 4 hidroaviões arado Ar 196
Tripulação: 2.340


eamsc1988 | Couraçado Tirpitz                    (Classe Bismarck)












Cruzador Auxiliar Classe Atlantis:

  Cruzadores mercantes pesados armados, foram o resultado de grandes modificações feitas em 1940 no Godenfels (Atlantis), lançado em 1937 e no Kandefels (Pinguin), de 1936. Ambos tiveram uma longa carreira, sendo os mais bem sucedidos corsários alemães, afundando ou capturando quase 300.000 toneladas inimigas. Sua camuflagem era feita de forma a poderem assumir a identidade de diversos navios, tendo, inclusive uma chaminé falsa removível. O armamento era oculto em portinholas escamoteáveis. Foram afundados antes de poderem voltar à Alemanha.

Especificações:

Quantidade completada: 2 - Atlantis e Pinguin
Comprimento: 147,9 m (Pinguin) e 148,7 (Atlantis) (linha d’água) e 155 mm (total)
Boca (largura): 18,7 m
Calado: 9,44 m
Deslocamento: 17.000 toneladas (Atlantis) e 17.600 (Pinguin)
Propulsão: dois motores diesel MAN, seis cilindros, 1 eixo (7600 hp)
Velocidade máxima: 17,5 nós
Autonomia: 111.000 km a 10 nós.
Blindagem: não tinha
Armamento principal: seis canhões de 150 mm, montagens simples.
Armamento secundário: 1 canhão de 75 mm, para alerta
Armamento antiáereo: 2 canhões de 37 mm e quatro de 20 mm
Torpedos e minas: Quatro tubos de torpedo (um par por bordo) e 420 minas magnéticas
Aviões: 2 Heinkels 114 (um desmontado, em reserva)
Tripulação: 350 (Atlantis) e 420 (Pinguin)










 




Cruzador Blindado Classe Deutschland:


  Sensação quando lançados, combinando um excelente poder de fogo (para seu tamanho), razoável velocidade e grande alcance, graças aos seus motores diesel, tornando-os ideais como corsários. O Graf Spee, último da classe, ficou famoso pela Batalha do Rio da Prata, enfrentando 3 cruzadores ingleses e, apesar de superior, foi danificado e teve que se refugiar no Uruguai, onde acabou destruído pela própria tripulação, para evitar sua captura.


Especificações:


Quantidade Completada: 3 - Deutschland (Lutzow, após a destruição do Graf Spee), Admiral Scherr e Admiral Graf Spee
Comprimento: 185,9 m (total) e 181,7 m (linha d
Boca (largura): 21,39 m
Calado: 7,25 m (carga plena)
Deslocamento: 14.267 ton. (padrão) e 16.230 ton. (plena carga)
Propulsão: 8 motores diesel MAN 42/58, 9 cilindros, 2 eixos (54.000 shp)
Velocidade Máxima: 26 nós (28 nós durante os testes)
Autonomia: 32.330 Km a 15 nós
Blindagem: 40-80 mm (lateral), 40 mm (convés), 125 mm (torres), 150 mm (barbetas) e 140 mm (torre de comando)
Armamento Principal: 6 canhões Krupp SK C/28 de 280 mm/L52 (2 torres triplas)
Armamento Secundário: 8 canhões MPL C/28 de 150 mm/L55 (8 torres simples)
Armamento Antiaéreo: 6 canhões de 105 mm/L65 (3 torres duplas), 5 de 88 mm (3 mont. duplas) e 8 de 37 mm (4 mont. duplas)
Torpedos: 8 tubos de 533 mm (2 bancos quádruplos)
Aviões: 2 Arado Ar 196
Tripulação: 926 oficiais e marinheiros













Cruzador Leve Classe K:

  Segunda classe de cruzadores leves pós I Guerra da Alemanha, a classe K sofreu as limitações do tratado de Versalhes, ficando sobrecarregada em um casco pequeno e estreito. Os 3 navios da classe foram perdidos durante a II Guerra (2 em ataques aéreos e 1 torpedeado por destroyers britânicos).


Especificações:


Comprimento: 173,7 m (total) e 169 m (linha d'água)
Boca (largura): 15,2 m
Calado: 4,26 m
Deslocamento: 6.000 ton. (padrão) e 7.500 (plena carga)
Propulsão: Turbinas engrenadas, 3 eixos (60.000 shp)
Velocidade Máxima: 32 nós
Blindagem: 76-101 mm (lateral), 50-76 mm (convés), 50 mm (torres) e 76 mm (torre de comando)
Armamento Principal: 9 canhões Krupp SK C/25 de 150 mm/60 cal. (3 torres triplas) e 12 torpedos de 533 mm (4 conjuntos triplos)
Armamento Secundário: 8 canhões SK C/32 de 88 mm/76 cal. (4 montagens duplas)
Armamento Antiaéreo: 8 canhões simples de 37 mm e 6 simples de 20 mm
Aviões: 2 Arado Ar-196
Tripulação: 580-900


Karlsruhe

 

 
 
 
 
Cruzador Pesado Classe Hipper:
 
  Classe de 3 navios planejada para atender ao limite de deslocamento de 10.000 ton. do tratado de Washington, porém desenvolviam quase 40 % mais. Tiveram atuação modesta na guerra, principalmente devido a problemas de confiabilidade de sua maquinaria, sujeita a quebras. O Prinz Eugen, acompanhou o couraçado Bismark em sua primeira e única missão, sendo o primeiro a acertar o cruzador de batalha Hood. Sobreviveu até o final da guerra, para ser afundado pelos Estados Unidos em 1946, durante testes nucleares no atol de Bikini.

Especificações:

Comprimento: 199.5 m (total) e 194 m (linha d’água)
Boca (largura): 21,2 m
Calado: 4,7 m
Deslocamento: 14.475 ton. (padrão) e 18.400 ton. (plena carga)
Propulsão: Turbinas engrenadas Blohm & Voss, 3 eixos (132.000 shp)
Velocidade Máxima: 32 nós
Blindagem: 80 mm (lateral), 12-50 mm (convés) e 50-150 mm (torres)
Armamento Principal: 8 canhões Krupp SK C/34 de 203 mm/L55 (4 torres duplas)
Armamento Secundário: 12 canhões SKC/33 de 105 mm/L65 (6 torres duplas)
Armamento Antiaéreo: 12 canhões SK C/30 de 37 mm/L83 (6 torres duplas) e 6 canhões simples MG C/30 de 20 mm/L65
Torpedos: 12 de 533 mm (4 conjuntos de 3 tubos)
Aviões: 4 hidroaviões Arado Ar 196
Tripulação: 1.450










Lancha torpedeira Classe S.100 Schnellboot
 
  Os Schnellboot (barcos rápidos) foram a resposta alemã para a proibição de terem uma frota de unidades maiores. Rápidos e com um poderoso armamento de torpedos, poderiam afundar as maiores unidades inimigas. Os barcos alemães, entre os melhores do mundo, durante toda a guerra operaram das regiões costeiras ocupadas, causando o maior número de afundamentos entre as torpedeiras de todos os países. Um grande sucesso dos S-Boots foi o combate da 2a flotilha contra um cruzador e sete contratorpedeiros ingleses em 1940, forçando-os a se retirar.

Especificações

Quantidade completada: 313 (S.139 a S.150, S.167, S.201 a S.500)
Comprimento: 35 m
Boca (largura): 5,1 m
Calado: 1,5 m
Deslocamento: 92,5 toneladas (normal), 105,5 toneladas (carga plena).
Propulsão: três motores diesel Daimler-Bens MB 511, 12 cilindros em linha (7.500 hp total)
Velocidade máxima: 42 nós
Autonomia: 1.300 km a 35 nós
Armamento Principal: não tinha
Armamento Sec./AA: 1 Canhão AAe 37 mm FLAK 42 e 3 canhões AAe 20 mm FLAK 38 (um simples e um duplo)
Torpedos e minas: 2 tubos de torpedos de 533 mm com uma recarga cada
Tripulação: 21







 
 
Minisubmarino Tipo XXVIIB Seehund:
 
  Os primeiros minisubmarinos alemães foram um fracasso, de forma que decidiram ir para um que utilizava a experiência dos barcos oceânicos. O resultado, o Seehund, entrou em operações em janeiro de 1945 contra as linhas de suprimentos aliadas Holanda. Eficientes e muito resistentes, afundaram ou danificaram 12 transportes e o contratorpedeiro francês La Combattante, no total, 35.600 toneladas. Mas o maior sucesso foi a diversão causada nos recursos aliados, voltados para a destruição de suas bases de operações. 38 Seehund se perderam em operações, acreditando-se que a maior parte por acidentes.

Especificações:

Quantidade completada: 285 (somente 138 entraram em serviço)
Comprimento: 11,86 m
Boca (largura): 1,7 m (1,28 m de diâmetro de casco)
Altura: n.d.
Calado: 1,74 m
Deslocamento: 14 toneladas (submerso)
Propulsão: Motor diesel Büssing de seis cilindros (60hp), um motor elétrico (25 hp)
Velocidade máxima: 7,7 nós (emerso), 6 nós (submerso)
Autonomia: 500 km a 7,7 nós (emerso) e 115 km a 3 nós (submerso)
Profundidade máxima: 30 metros
Armamento de tubo: não tinha
Torpedos: dois de 533 mm
Tripulação: 2
 
 
 
 
 
 
 
Navio Escola Classe Gorch Fock:

  Classe de 3 navios-escola contruídos pelo estaleiro Blohm + Voss para a marinha alemã (mais o Mircea, para a Romênia), no final da década de 30. Todos sobrevivem até hoje. O Gorch Fock foi capturado pela URSS e está em uso pela Ucrânia, renomeado Tovarich; o Horst Vessel, capturado pelos EUA e renomeado Eagle, é usado pela US Coast Guard e o Albert Leo Schlageter, também capturado pelos EUA em 1945, foi repassado ao Brasil em 1948, que o vendeu para Portugal em 1962, onde substituiu outro navio alemão capturado (Sagres, ex-Rickmer Rickmers), recebendo o nome de Sagres II.

Especificações:

Quantidade completada: 4 (Gorch Fock, Horst Vessel, Albert Leo Schlageter e Mircea)
Comprimento: 89,5 m
Boca (largura): 12 m
Calado: 5,5 m
Deslocamento: 1.725 ton (padrão) e 1.869 ton. (plena carga)
Propulsão: A vela, armado em galera, motor diesel de 1.000 hp (auxiliar)
Velocidade máxima: 9 nós (com motor)
Autonomia: n/d.
Blindagem: Nenhuma
Armamento: Nenhum
Tripulação: 140 oficiais e marinheiros e 63 cadetes










Submarino Tipo I:

  Primeiro submarino alemão após a Grande Guerra, era baseado nos barcos finlandeses Vetehinen e espanhóis E-1. O projeto serviu de base para as clases VII e IX. Com um desenho apenas razoável, seriam usados principalmente para treinamento e propaganda. Contudo, as duas unidades construídas tiveram que ser empregados em combate, devido à falta de submarinos no início da guerra, afundando dezoito navios em diversas missões. Os dois foram afundados ainda em 1940.

Especificações:

Quantidade Completada: 2 - U25 e U26
Comprimento: 72,4 m
Boca (largura): 6,2 m
Altura: n.d.
Calado: 4,3 m (emerso)
Deslocamento: 863 toneladas (emerso), 983 toneladas (submerso).
Propulsão: 2 motores Diesel MAN M8V40 (2.800 hp), 2 motores elétricos (965 hp)
Velocidade máxima: 17,8 nós (emerso), 8,3 nós (submerso).
Autonomia: 14.600 km a 10 nós (superfície), 144 km a 4 nós (submerso)
Profundidade máxima: 200 m (teste), 150 m (operacional).
Armamento Principal/AA: um canhão de 105 mm, um de 20 mm.
Torpedos e minas: 6 tubos de 533 mm (quatro na proa, dois na popa), 14 torpedos. 28 Minas TMA.
Tripulação: 44-46 homens








Submarino Tipo IX:

  Principal submarino oceânico de longo alcance da Kriegsmarine, o tipo IX era similar ao tipo VII, porém maior, para permitir operações longe da base de operações. Sucessivos aperfeiçoamentos levaram ao desenvolvimento de 5 versões (IXA, IXB, IXC, IXC/40 e IXD). Foram os principais submarinos utilizados nos ataques no Atlântico, conseguindo inúmeros sucessos. Com o passar da guerra e o aumento da ameaça aérea, foram recebendo mais armamentos antiaéreos de 20 e 37 mm, sendo, em alguns casos, eliminado o canhão de convés.

Especificações:

Quantidade Completada: 8 IXA, 14 IXB, 54 IXC, 87 IXC/40 e 30 IXD (dados para IXC/40)
Comprimento: 76,8 m (total)
Boca (largura): 6,9 m
Calado: 4,7 m
Deslocamento: 1.120 ton. (superfície) e 1.232 ton. (submerso)
Propulsão: Motores diesel, 4.400 hp (superfície) ou elétricos, 1.000 hp (submerso)
Velocidade Máxima: 19 nós (superfície) e 7,3 nós (submerso)
Autonomia: 22.150 Km a 10 nós (superfície) e 100 Km a 4 nós (submerso)
Profundidade Máxima: 230 m
Armamento de Tubo: Canhão de 105 mm/L45 (110 granadas)
Torpedos: 6 tubos de 533 mm (4 na proa e 2 na popa), com 6 recargas internas e 10 externas (total 22 torpedos)
Tripulação: 48-56 oficiais e marinheiros










Submarino Tipo VII:

  Primeira classe de sucesso da Alemanha, construída em 4 versões principais (tipo A, B, C e C/41), com crescentes aperfeiçoamentos. Foi o cavalo de batalha da força de U-Bootes alemã, onde fizeram fama "ases" com Schepke, Prien e Kretschemer, entre outros.

Especificações:

Comprimento: 67,1 m (total) e 50,5 m (linha d'água)
Boca (Largura): 6,2 m
Altura e Calado: 9,6 m e 4,74 m (calado)
Deslocamento: 769 ton. (superfície) e 871 ton. (submerso)
Propulsão: Superfície: motores diesel, 2 eixos (3.200 hp) e submerso: motores elétricos (750 hp)
Velocidade Máxima: 17,7 nós (superfície) e 7,6 nós (submerso)
Profundidade Máxima: 220 m
Armamento Principal: 1 canhão de 88 mm/45 cal.
Torpedos e Minas: 14 torpedos (4 tubos à vante e 1 à ré) e 26 minas
Tripulação: 44-52








Submarino Tipo XXI:

  Projeto revolucionário, o Tipo XXI incorporava refinamentos como a otimização do formato para maior velocidade em imersão, baterias mais potentes para maior autonomia, sonares passivos e ativos avançados e um sistema de recarga rápido dos torpedos, além de uma melhor habitabilidade. Um programa de produção em massa foi iniciado, porém não foi suficiente para mudar o destino da guerra, apesar de ser um adversário perigoso, devido à enorme superioridade material aliada.

Especificações:

Quantidade Completada: 118 barcos
Comprimento: 76,70 (total)
Boca (largura): 8 m
Calado: 6,32 m
Deslocamento: 1.621 ton. (superfície) e 1.819 ton. (submerso)
Propulsão: Motores diesel, 4.000 hp (superfície) ou elétricos, 4.400 hp (submerso)
Velocidade Máxima: 15,6 nós (superfície) e 17,2 nós (submerso)
Autonomia: 28.700 Km a 10 nós (superfície) e 630 Km a 5 nós (submerso)
Profundidade Máxima: Cerca de 280 m
Armamento AAe: 4 canhões de 20 ou 30 mm
Torpedos e Minas: 6 tubos de 533 mm ou 12 minas
Quantidade de Torpedos: 23
Tripulação: 57-60 oficiais e marinheiros