Sejam bem vindos

Caros leitores, gostaria de informar que este blog é para promover enquetes, tirar dúvidas sobres certos assuntos e descobrir coisas novas. Não estamos aqui para promover a violência entre as pessoas e a propagação do nazismo. Temos nosso objetivo focado na ciência e contamos com você para nos ajudar.

Encarecidamente: Alexandre Rodrigues Filho, Gabriel Lopes Ribeiro e Marcelo Adorni.







sexta-feira, 3 de junho de 2011

As armas secretas do Terceiro Reich

   A maior parte de nós já assistiu os programas sobre as armas secretas do regime nazista, que poderia ter mudado o curso e o fim da II Guerra Mundial, se tivessem sido utilizados em outro período. Alemanha, no início se assumiu como uma nação cientificamente superior, avançando significativamente na tecnologia militar utilizada nas primeiras fases do conflito. Então, Hitler – talvez pensando que ele tinha ganho a guerra – começou a dar uma ênfase considerável no desenvolvimento marciais ao longo da guerra. E isso foi crucial nas fases. Quando o vento soprava noutra direção, a Alemanha voltou para procurar armas altamente sofisticadas, como um ato desesperado para virar as coisas como estavam.
   Infelismente essas armas não xegaram a entrar em combate. Muitos dizem que Hitler queria utiliza-las como ultimo recurso, entretando esperou de mais, otros afirmam que a Alemanha nunca produziu essas armas e que isto tudo é uma farça.
   Aos que assim dizem, digo que estas armas não só foram inventadas pelos nazistas como também foram roubada pelos aliados após a invasão de Berlim.
   Assim os cientistas aliados só terminaram de ajustar, aquilo que, praticamente estava pronto. E como se não bata-se roubaram o crédito para seu país e para si próprio.
   Isso mostra que os americanos não eram melhores que os alemães na época da guerra, pois roubaram na cara dura experimento que durante anos foram testados pelas mentes mais brilhantes que já existiram e após serem completadas seus criadores foram mortos e substituídos por outros que apenas levaram o crédito.
   Se essas armas fossem usadas no início da guerra, a história poderia ser escrita de um jeito bem diferente.
ZZ52CA55CC Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.

Wunderwaffe 1 – Sturmgewehr 44 Visão Vampiro
ZZ1C967E14 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Sturmgewehr 44 foi o rifle primeiro ataque, semelhante aos modernos  M-16 e Kalashnikov AK-47. A  ZG 1229, também conhecida pelo nome código de vampiro, poderá ser utilizada por atiradores de elite à noite por causa da sua visão infravermelha. Foi utilizado nos últimos meses da guerra.
Wunderwaffe 2 – Panzerkampfwagen VIII Maus Tanque Super-PesadoPanzerkampfwagen VIII Maus Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Os engenheiros alemães trabalharam em um lote de tanques super-pesados empates e o  Panzerkampfwagen VIII Maus foi o modelo mais pesado a ser feito como um protótipo durante a guerra. O peso do tanque era de cerca de 180 toneladas.
A versão  urso, com 1500 toneladas, carregava dois canhões de 800 milímetros e  duas torres  de rotação auxiliares  de 150 milímetros posicionadas para trás. Para locomover esta estrutura gigante, quatro motores submarinoss U-boat a  diesel   eram necessários.Panzerkampfwagen VIII Maus b Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Panzerkampfwagen VIII Maus c Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Wunderwaffe 3 – V-1,  O primeiro míssil cruzador do mundo
V 1 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Propulsionado por turbo jet,  o V-1 começou a ser lançado logo após o Dia D – 13 de junho de 1944.
Wunderwaffe 4 – V-2 O primeiro ICBM – Míssil Balístico IntercontinentalV 2 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Sucessor do  V-1,  o V-2 foi o primeiro objeto feito pelo homem para alcançar o voo espacial sub-orbital. Viajando a uma velocidade de 4.000 km / h, era impossível de ser interceptado e poderia atingir a sua meta mais rapidamente do que a velocidade do som.
Os foguetes V-2 tinham um nível de sofisticação elevado para a época, e isso o transformou caro em comparação com o poder de destruição das suas pequenas e convencionais ogivas . Eles foram lançados a partir de estações móveis e libertando o medo e pânico entre a população de Londres, quando usadas contra civis.
Cerca de 3,000 V-2 foram disparadas contra os aliados, matando cerca de 7.000 civis e militares, e apenas quando as forças do Reich foram obrigadas recuar para além do alcance  da arma, eles deixaram de ser lançados. Se as forças alemãs tivessem mais tempo, o curso da guerra seria muito diferente, porque seu programa de guerra incluiu ogivas nucleares (em desenvolvimento) ou opções químicas e biológicas nunca usadas.
Wunderwaffe 5 – Messerschmitt Me 262 O avião Turbo Jet
Messerschmitt Me 262 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Messerschmitt Me-262
A aplicabilidade dos jatos turbo para um avião militar também foi uma das várias maneiras que percorreu a máquina militar alemã. Os engenheiros projetaram o modelo e o protótipo, e que criaram condições para a pôr ao serviço antes do fim da guerra – mas o número desta máquina não foi suficiente para mudar o curso do conflito em favor da Alemanha. Messerschmitt Me-262 era incrivelmente avançada – no entanto, não foi vigorosamente desenvolvida para ser usada em combate. Apesar disso, a Me262 reivindicou mais de 500 vitórias e 100 aviões alemães foram perdidos.
Messerschmitt Me 163 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Messerschmitt Me 163 – movidos por motores de foguete
O Ta-183 foi projetado para ser o sucesso do Me-262 e foi testemunhado em túneis de vento no final do conflito. Curiosamente, anos mais tarde, os soviéticos projetaram um avião versátil para combater o terrível MIG-15,  mesmo que as semelhanças com o protótipo alemão sejam evidentes – a informação foi desmentida pelo regime soviético.
Ta 183 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Ta 183 German prototype Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Ta-183 protótipo alemão
Mikoyan Gurevich MiG 15 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.Mikoyan-Gurevich MiG-15
Wunderwaffe 6 – Silbervogel  Bombardeiro sub-orbitalSilbervogel Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Silbervogel ou Silverbird, era um bombardeiro táctico sub-orbital propelido por foguetes. Foi testemunhado em túneis de vento, mas nenhum  protótipo foi feito. No entanto, é um grande passo em termos de visão de engenharia e de futuro, prevendo uma linha inteira de naves espaciais, como o Onibus espacial. Os cientistas alemães acreditavam que o pássaro de prata poderia atravessar o Atlântico e chegar ao continente americano carregado com 4000 kg. O voo seria feito sem escalas, pousando no território japonês no Pacífico.Silbervogel b Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Wunderwaffe 7 – Horten H1 Asa Voadora
Horten H1 Incríveis armas secretas da Alemanha nazista.
Horten H1
A Asa Voadora é uma nave espacial de asa fixa que não tem fuselagem. Todos os equipamentos e equipe técnica foram colocados dentro da estrutura principal da asa. Teoricamente, a “asa” é o avião mais eficiente quanto a aerodinâmica e peso estrutural, principalmente porque a ausência de componentes externos e elevar o poder da estrutura. No entanto, como provou ao longo dos anos, a complexidade e os custos desta configuração é muito grande, permitindo uma baixa aplicabilidade prática sobre o aeronauta moderna civiL. O  Horten H1 voou pela primeira vez em 1944. Depois da guerra, havia muitos protótipos a partir da investigação alemã.
Muitas outras armas fantásticas foram produzidas e testemunharam o esforço para tirar a vantagem militar – o helicóptero moderno, o canhão solar (que convergem os raios solares para derreter aviões), máquinas Vortex (designado para criar tornados artificiais), ou   canhões de ar (que seria impossível criar as condições atmosféricas para os aviões aliados.


quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Exército Vermelho no ataque

   Explorando uma notável mobilidade e o maior número de tropas e equipamentos, a ofensiva soviética desencadeada na segunda metade de 1943 se concluirá dois anos depois com a tomada de Berlim. Uma vez realizado o rompimento dos pontos fracos das formações adversárias, o alto comando soviético amplia a manobra com uma sucessão de ataques dirigidos para provocar uma reação em cadeia que impede os alemães de reforçar as zonas críticas.
   Embora dispondo de exígua margem de vantagem do ponto de vista técnico, os alemães devem recorrer ao contra-ataque com escassas reservas e lançar as forças blindadas restantes para tentar romper as contínuas manobras de cerco operadas pelos russos. A capacidade de resposta da Wehrmacht é, além disso, fortemente prejudicada pelas categóricas ordens de Hitler, que, em nome do princípio da defesa rígida, não autorizada nenhum recuo.
   O Exército Vermelho lança duas grandes ofencivas em 1944. Na ofensiva de inverno, o grupo de exécitos Norte alemão é destriçado em três pontos e no dia 26 de janeiro os russos alargam o estreito corredor que no início da ocupação alemã ligava Leningrado ao resto da Rússia: depois de 1.000 dias, termina o cerco da cidade, símbolo da resistência á invasão, e é restabelecida a legação ferroviária com Moscou. Essa mudança no vértice da frente oriental tem reflexos políticos imediatos: os finlandeses pedem armistício, mas o pedido de Moscou de um etorno ás fronteiras de antes da guerra é dificultado pelo fato de os alemães continuarem a ocupar uma parte da Finlândia. Em junho os russos desferem novo ataque que leva á conquista do istmo de Carélia, e mantêm empenhados na Finlândia contingentes alemães que poderiam ter sidos enviados para a defesa na França.

O avanço aliado na Europa Nazista

  No decorrer de 1944, os aliados prosseguem a ofensiva nos principais teatros de guerra- URSS, Itália e a érea do Pacífico-, onde as operações culminavam em uma espetacular virada no curso do conflito. Se o avanço é mais lento na Itália, os progressos registrados nas frentes russa e asiática conduzem ao drástico redimensionamento das fronteiras atingidas alguns anos antes pelos impérios alemão e japonês. No Ocidente, americanos e ingleses chegarão até as proximidades dos territórios do Reich e os russos ameaçarão as regiões orientais da Alemanha. Com uma relação de forças já em clara vantagem a favor dos russos, o Exército Vermelho mostra-se muito hábil na escolha dos pontos fracos do adversário. Em setenbro do ano anterior os russos atravessaram o Dnieper, retomaram Smolenks e bloquearam as vias de saída da Crimeia; em novembro, reconquistaram Kiev, capital da Ucrânia. Como uma torrente em cheia, os soviéticos avançam na imensidão das estepes e com um poderoso impulso o Exército Vermelho chegará em agosto as margens do Vístula. Em junho, com o desembarque na Normandia, a abertura do '' Segundo Front'' abre caminho para a libertação da Europa ocidental por parte dos exércitos aliados. Muito menos arrasador é, em contrapartida, o avanço na Itália, onde no outono de 1944 - quase um ano e meio depois do desembarque na Sicília - aliados e alemães ainda se enfrentavam na Linha Gótica.








Fonte: História Ilustrada da Segunda Guerra Mundial Volume 3.

Operação Valquíria

                                              Operação Valquíria

    A resistência ao nazismo surgiu desde o primeiro momento em que os Nacional-Socialistas chegaram ao poder, às tentativas de atentado contra a vida de Hitler também foram sucedendo-se quase sem interrupção desde esse mesmo momento.
Acabar com Hitler tinha se tornado um objetivo almejado por muitos inclusive quando ele ainda não tinha chegado ao poder da Alemanha.
    No filme destacam-se duas tentativas de atentado contra a vida do ditador Alemão.
    A primeira tentativa conhecida como atentado das garrafas ocorreu no dia 13 de março de 1943, quando vários jovens oficiais puseram em prática um plano para acabar com Hitler. A maioria desses oficiais estava insatisfeita com o governo, pois tinham sidos enviados ao fronte Russo, onde a guerra se arrastava desde dezembro de 1941.
      O general Henning Von Tresckow decidiu que o momento oportuno para matar Hitler seria quando este visitaria Smoklensk, para depois seguir viagem até seu Quartel General de Rastenburg. O plano consistia em colocar uma bomba no avião durante a escala em Smoklensk para que explodisse no trajeto a Rastenburg.
No dia 13 de março de 1943 realizou-se essa visita cujo desfecho deveria ser a morte do ditador alemão. Após uma breve visita as instalações, toda a comitiva se dirigiu ao refeitório dos oficiais.
          Von Tresckow disfarçou o artefato que deveria acabar com a vida de Hitler. Aparentemente, pareciam duas garrafas, envolvidas em papel de presente e amarradas com um laço, mas na verdade se tratava de uma potente bomba programada para explodir quando o avião do Fuher estivesse em pleno vôo.
Quando o Fuher declarou terminada a visita, Von Tresckow entregou ao coronel Heinz Brandt o pacote que supostamente tinha duas garrafas, pedindo-lhe que, quando chegassem ao quartel de Hitler, elas fossem enviadas ao general Hemult Stieff, em Berlim. Contudo o avião do Fuher chegou sem menores problemas ao quartel.
         Não se sabe ao certo porque a bomba não explodiu, mas a explicação mais provável é que por conta da altitude e da baixa temperatura no bagageiro, o ácido responsável por corroer o detonador tenha congelado, anulando assim a explosão.
         Para poder recuperar o artefato, Von Tresckow telefonou imediatamente para o coronel Heinz Brandt, dizendo que havia ocorrido um erro, e que as garrafas não eram para o general Hemult Stieff.
Sendo assim voou direto para Berlim, onde se encontrou com o general Friedrich Olbricht, para discutir uma nova tentativa de assassinato á Hitler. O general Olbricht havia contado a Tresckow que o complô havia perdido um membro, que fora preso pela gestapo, e precisavam achar uma pessoa pra substituí-lo.
Tresckow disse para acharem um em Berlim o mais rápido possível, mas Olbricht retrucou e disse que seria impossível achar uma pessoa de confiança em Berlim. Tresckow então diz a Olbricht que para de procurar em Berlim, e comece a procurar em outros lugares, mas com urgência, pois não tinham mais tempo.
Sendo assim Olbricht começa a procurar imediatamente, chegando ao protagonista do filme, o coronel Claus Von Stauffenberg.
           Stauffenberg havia sido enviado à África, para tentar livrar as divisões alemãs da destruição total. Stauffenberg, acompanhado por alguns veículos blindados, cruzou a passagem de El-Hafay e chegou a Sebkhet. Nesse momento foi chamado para se apresentar ao seu general para receber uma ordem.
A ordem era de lutar até o último homem e a última bala. Stauffenberg não concordou com seu general, e dise-lhe que queria somente retira seu homens da África com vida, pois mais tarde usaria estes para lutar no cerco de Berlim.
        Seu general pergunta então qual seria o plano para saírem dali, então Stauffenberg responde que informariam ao Alto Comando do Exército, que estavam sem água e iriam se juntar a 10° divisão panzer. Seu general questiona-o se conseguiria convencer ao Alto Comando, e ele responde que cuidaria disso.
Encerrada a discussão os dois batem continência e se despedem, mas nesse exato momento, tem início um ataque inesperado da força aérea britânica, que bombardeia o local onde se encontra o general.
Stauffenberg é lançado contra o chão, por causa do impacto da bomba. Ele fica meio zonzo e quando se levanta, vendo o general caindo, corre em seu auxílio. Mas chegara tarde de mais e o general já jazia morto, então recobrando os sentidos, percebe que sua vida está em jogo. Imediatamente sai correndo, ainda meio cambaleando, para a direção de um jipe. Pega o primeiro soldado que vê e coloca-o no banco traseiro, sentando-se no banco da frente. Mas as esperanças duram pouco, pois o motor do carro estava completamente destruído e um avião inglês estava se preparando para sobrevoar o carro num voou rasante e abrir fogo contra o veículo.
         O coronel não tem saída e é arremessado para fora do carro, por causa do impacto das balas, que por sorte, acertaram a lataria do veículo. Mas lá estava Stauffenberg, deitado sobre a quente arreia do deserto, mal sabia ele que o pior estava por vim.
Stauffenberg foi resgatado e levado para um hospital em Berlim, onde mais tarde sua esposa foi visitá-lo e ficou sabendo que sua mão direita foi amputada na altura do pulso, perdera ele também dois dedos da mão direita e o olho esquerdo.
         Stauffenberg após ser liberado de sua cama, fez questão de visitar seu soldados e condecorá-los um a um, por sua extrema bravura e por não largarem-no no deserto para ali terminar seus dias.
Depois que ficou sabendo que o coronel Stauffenberg tinha idéias contrárias ao nacional socialismo, o general Olbricht foi procurá-lo imediatamente. Olbricht achou-o em uma igreja, que fora bombardeada pelos aliados.
          Ali eles conversaram durante muito tempo, mas o assunto que mais intrigava Stauffenberg era que se os homens do general Olbricht não fossem até o fim, ou se, por alguma maneira desistissem, sua mulher e seus filhos seriam drasticamente afetados.
No final após muita insistência por parte do general Olbricht, Stauffenberg decide assistir a uma reunião dos membros do complô.
          A reunião seria na mesma noite na casa de um dos membros o general Ludwing Beck. Lá Stauffenberg pode ver que os envolvidos no complô estavam certos que se derrubassem Hitler, tomariam o controle apenas por serem influentes, terem o apoio do povo e de algumas partes do exército. Stauffenberg vendo isso os criticou por terem esquecido que mesmo se eliminassem Hitler, teriam que confrontar Heinrich Himmler que era chefe da SS, além de Joseph Goebbels ministro da Propaganda e o chefe da força aérea alemã (Luftwaffe), Hermann Goring, que iriam lutar até o último suspiro para herdarem poder de Hitler.
Vendo que por um lado a visão de Stauffenberg estava certa, o general Tresckow pediu a este que bolasse um plano. Stauffenberg então pediu um tempo para pensar e foi para sua casa.
        Chegando em casa teve a surpresa de encontra sua mulher e seus filhos. Após matar a saudades as crianças começam a brincar ao som de uma música bem conhecida. Mas inesperadamente começa um bombardeio sobre Berlim, e a família tem que se esconder no abrigo anti bombas. Porém a esquecem de desligar a vitrola, sendo assim a música continuou a tocar.
         E ali sentado, ouvindo o som das bombas acabando com Berlim, que Stauffenberg ao perceber aquele ruído minúsculo da música, lembrou-lhe o nome, e no mesmo instante criou-se o plano.
No outro dia chegou para os membros do complô e expôs seu plano. Falou sobre uma ordem chamada Valquíria, onde se Hitler fosse morto, a SS tomaria o poder dentro de 6 Horas. Alguns perguntara como isso iria ajudar então ele lhes explicou que iriam reescrever essa ordem, onde a SS seria acusada da morte de Hitler, e eles teriam poder pra mobilizar as tropas do exército, invadir os quartéis da SS e prender seus chefes, dar ordens de execuções e poderiam assim acabar com a guerra.
          Tudo estava dando certo até que, esbarraram em um pequeno detalhe, a ordem teria que ser aprovada e teria que ter a assinatura de Hitler. Mas Stauffenberg não se desesperou, pedindo apenas uma cópia da ordem original para o general Olbricht.
           Tudo estava pronto e os trabalhos começaram imediatamente. Stauffenberg e Von Tresckow iam toda a noite para o bosque junto com uma secretaria, que fazia parte do complô, pra redigir a ordem de acordo com os interesses dos envolvidos.
Stauffenberg sabia que teria que cortar todas as comunicações da toca do lobo, quartel general onde aconteceria o atentado. Se Hitler sobrevivesse não poderia contactar ninguém que estava vivo, assim os conspiradores poderiam continuar com o plano. Vendo que isto era crucial, Stauffenberg entrou em contato com o general Erich Fellgiebel, que após a detonação da bomba comunicaria o general Olbricht em Berlim e depois cortaria todas as comunicações.
            Após receber o telefonema Olbricht falaria com o general Fromm para colocar a reserva em alerta e dar inicio á operação Valquíria. Se este resistisse seria preso e o general Olbricht assumiria o comando.
Tudo estava pronto faltava falar com o general Fromm para ver de qual lado este estava. Stauffenberg junto do general Olbricht foram ao Brandenburg, onde ambos trabalhavam, e se dirigiram ao cabinete do general Fromm. Sentaram-se e perguntaram de que lado ele estava, Fromm respondeu que estava sempre do lado do vencedor, e que, enquanto o Fuher estivesse vivo, este lado seria esse.
            Stauffenberg cumprimentou o general Fromm, e se retirou junto com Olbricht. Logo após Stauffenberg fica sabendo que ele é promovido como chefe da reserva e que por causa de uma transferência inesperada o líder da revolta seria ele, pois Tresckow iria para o front na Rússia.
            Após se instalar em seu novo gabinete, Stauffenberg entrevista um soldado para ser seu ajudante. Ele é bem claro com este soldado e pergunta se ele estaria disposto a cometer um crime de alta traição contra o governo para salvar o que restou da Alemanha. O soldado diz que sim, então ele afirma que a guerra irá acabar com o retrato de Hitler sendo tirado da parede e o mesmo sendo enforcado.
Então Stauffenberg e o general Fromm vão aos Alpes Suíços onde Hitler tinha sua mais bela casa. Lá Stauffenberg é elogiado pelo próprio Hitler e consegue receber sua assinatura para aprovar as mudanças na ordem. 
           Tudo estava pronto só faltava colocar em prática. Então veio a oportunidade. Stauffenberg seria convocado para uma reunião de rotina na toca do lobo, então pediria para se trocar e neste instante prepararia o detonador. Todos os membros esperavam que a reunião fosse no bunker, onde as paredes eram feitas de um concreto muito especo, não tinha janelas, além da alta temperatura, tudo isso junto aumentaria a onda propulsora da bomba, ou seja, num ambiente fechado a onda espacial da bomba seria mais forte eclodindo a sala.
           Os explosivos foram dados pelo coronel e amigo de Stauffenberg, Von Quirnheim. Stauffenberg diz que queria que Von Quirnheim estivesse no controle dos telefones. Após uma longa conversa Stauffenberg dirige-se ao gabinete de Olbricht para os preparativos. O coronel Von Quirnheim estava explicando o mecanismo da bomba.
           O mecanismo funciona da seguinte maneira, eram dois pacotes de 1 kg cada, onde seria colocada na extremidade de cada bomba uma cápsula de cianureto, que seria amassada liberando um ácido que corroeria o gatilho fazendo a bomba disparar.
Tudo estava pronto só faltava o momento certo. Momento que veio quando Stauffenberg recebeu a notícia que seria convocado para uma reunião rotineira na toca do lobo. Esta reunião aconteceria no dia 15 de julho de 1944.
           Stauffenberg embarcou em um avião junto com seu ajudante o tenente Von Haeften, em direção á toca do lobo. Chegaram no aeroporto ao meio dia e demoraram 45 minutos para chegar na toca do lobo.
Stauffenberg só tinha permissão de detonar a bomba se Himmler estivesse presente. Mas naquele dia ele não havia comparecido, Stauffenberg então liga pra o escritório de Olbricht. Quem atende é o coronel Von Quirnheim, Stauffenberg fala do ocorrido, e Quirnheim pergunta a Olbricht se poderiam detonara bomba mesmo assim.
          Olbricht ordena a Quirnheim que este ligue para o general Ludwing Beck pedindo autorização. Quirnheim liga para Beck e este diz que não, Olbricht concorda com o general e também diz que não, mas Quirnheim diz a Stauffenberg para continuar. Porém havia se perdido muito tempo com a ligação e na hora que Stauffenberg desligou o telefone a reunião acabo.
             Mas Olbricht já havia colocado a reserva em estado de alerta, sendo assim após a chegada de Stauffenberg tiveram que se explicar para o general Fromm, que inclusive ficou muito nervoso. Mas outra chance viria, e esta chance seria a do dia 20 de julho de 1944.
 Sendo assim Stauffenberg despediu-se da sua mulher e foi arrumar os preparativos. Cortou um pequeno risco no pescoço com o gilete, e manchou a gola da camisa com seu próprio sangue.
Após isso entrou no avião e voou para a toca do lobo, chegando no mesmo horário da tentativa anterior.     Levaram os mesmos 45 minutos para chegar até a toca do lobo.
            Chegando lá Stauffenberg recebeu a notícia que a reunião seria adiada, pois Mussolini iria chegar para almoçar com Hitler. Assim 10 minutos antes da reunião começar, Stauffenberg entrou no quarto junto com seu ajudante onde os dois preparariam as bombas. Porém foram interrompidos e só conseguiram armar uma só bomba. Todavia continuaram com o plano.
            Stauffenberg pediu para que ficasse o mais perto de Hitler possível, alegando que seus ferimentos aviam afetado sua audição. Sendo assim colocou sua maleta com os explosivos a dois passos do Fuher. Após alguns minutos foi chamado para responder a um falso telefonema. Tudo estava pronto.
            Stauffenberg saiu imediatamente em direção ao carro, onde seu ajudante o esperaria. Mas a sorte estava do lado de Hitler, a reunião não seria mais no bunker e sim na sala de conferências, um lugar amplamente ventilado e com muitas janelas. Mas a  pasta do coronel também foi mudada de lugar, para atrás de uma das pernas da forte mesa de carvalho.
           Quando a bomba explodiu sua onda sônica não foi muito forte, pois o ambiente era ventilado. Mas o que salvou a vida de Hitler foi à forte mesa de carvalho, que absorveu todo o impacto da bomba, jogando contra o Fuher somente alguns pedaços de madeira. Mas Stauffenberg acreditava que Hitler estava morto.
           O telefonema foi dado ao general Olbricht, mas as notícias eram contraditórias, por isso, o general decidiu esperar a volta de Stauffenberg para iniciar Valquíria.
Stauffenberg atravessou os postos de comando, embarcando no avião junto com seu ajudante. A viagem de volta para Berlim durava cerca de 3 horas, tempo suficiente para os envolvidos tomarem Berlim.
           Chegando em Berlim Stauffenberg descobre que Valquíria não havia sido iniciada, e telefona para Olbricht para este dar a ordem em nome do general Fromm, para iniciar o pano.
Olbricht vai até o gabinete de Fromm, que ao saber das notícias telefona para  a toca do lobo, que infelizmente havia restabelecido as comunicações, e fala com o marechal Keitel, que afirma que o Fuher está vivo e pergunta onde está Stauffenberg.
           Fromm tendo ouvido isto resiste e se nega a começar Valquíria. Os conspiradores não tem outra alternativa a não ser prende-lo.
Stauffenberg chega ao Brandenburg em 15 minutos e começa a retomar o tempo perdido. Liga para os generais dos outros batalhões e afirma que o Fuher morreu, ganhando assim a lealdade destes.
           As tropas da reserva entram em ação e invadem os quartéis generais da SS. Porém quando vão prender o ministro da propaganda Joseph Goebbels, este telefona á toca do lobo e pede que Hitler fale com o major da reserva.
           Este ao escutar a voz do Fuher no telefone, percebe que está do lado errado e que tem de prender os líderes do complô. Sendo assim libera todos os membros da Gestapo e da SS que estavam presos e se dirige para o Brandenburg, onde deveria prender os verdadeiros culpados.
           Stauffenberg percebe que o pano falhou e tenta retira o general Beck do prédio, mas são prendidos por tropas da SS, que libertam Fromm e prendem os acusados.
Fromm vendo que tinha um envolvimento com o complô e se fosse descoberto seria morto, mandou matar todos os lideres da revolta fuzilados ali mesmo no Brandenburg.
Beck pediu uma pistola e se suicidou, os outros como o general Olbricht, o coronel Stauffenberg, o tente    Von Haeften e o coronel Von Quirnheim foram fuzilados pelas tropas da SS.
            Os outros envolvidos não citados foram julgados pelo tribunal do povo e condenados a morte, inclusive o general Fromm.
            Assim terminou a trágica noite em que um grupo de oficiais insatisfeitos, tentaram eliminar um tirano do poder e tentar salvar o que restava da Europa.

Relatório escrito na visão de: Alexandre Rodrigues Filho

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Hino do partido Nazista (NSDAP)



   Horst Wessel Lied, também conhecida como Die Fahne hoch foi o hino do Partido Nacional Socialista (NSDAP).A música foi composta por Horst Wessel, membro do partido em seus primeiros anos. Ao longo do tempo a Horst Wessel Lied tornou-se um dos hinos oficiais da Alemanha durante o Terceiro Reich.
   
Hino em alemão
 
Die Fahne hoch! Die Reihen fest geschlossen!
SA marschiert mit mutig-festem Schritt.
Kameraden, die Rotfront und Reaktion erschossen,
Marschieren im Geist in unseren Reihen mit.
Die Straße frei den braunen Bataillonen.
Die Straße frei dem Sturmabteilungsmann!
Es schaun aufs Hakenkreuz voll Hoffnung schon Millionen.
Der Tag für Freiheit und für Brot bricht an!
Zum letzten Mal wird nun Appell geblasen!
Zum Kampfe steh'n wir alle schon bereit!
Bald flattern Hitlerfahnen über Barrikaden.
Die Knechtschaft dauert nur noch kurze Zeit!
Die Fahne hoch! Die Reihen fest geschlossen!
SA marschiert mit ruhig-festem Schritt.
Kameraden, die Rotfront und Reaktion erschossen,
Marschieren im Geist in unseren Reihen mit.

Tradução para o português
 
A bandeira ao alto! As fileiras cerradas!
As SA marcham em firme e corajoso passo.
Camaradas que a Frente Vermelha e os Reaccionários fuzilaram,
Marchem em espírito nas nossas fileiras.
As ruas livres para os batalhões castanhos.
As ruas livres para os homens das SA!
Milhões olham já para a suástica, cheios de esperança.
O dia da Liberdade e do Pão desponta!
A chamada foi feita pela última vez!
Estamos preparados para a luta!
Em breve a bandeira de Hitler flutuará sobre as barricadas.
A nossa servidão não irá durar muito mais!
A bandeira ao alto! As fileiras cerradas!
As SA marcham em firme e corajoso passo.
Camaradas que a Frente Vermelha e os Reaccionários fuzilaram,
Marchem em espírito nas nossas fileiras

Achados da Segunda Guerra Mundial (part 2)

Metralhadora alemã MG-34.
 A MG34  é uma metralhadora alemã, inicialmente usada em 1934, considerada por muitos como sendo a primeira metralhadora de uso geral moderna. Foi usada como a metralhadora primária de infantaria durante os anos 1930 e manteve-se como a arma de defesa contra tanques e aviões. Pretendia-se que a arma fosse substituída no serviço de infantaria pela MG42, mas nunca houve armas suficientes desse novo design, continuando, as MG34, a servir até ao fim da Sefunda Guerra Mundial.
                                                     



                                                                 Balas da Karabiner98
     Essas são balas do fuzil Kar98, repare q nas balas aparecem a letra da SS e o símbolo dessa divisão: os raios.  Entretanto essas balas também foram muito utilizadas por armas semi automáticas como a MG-42 e a MG-34.



                                                        
                                                           Capacete Alemão M-40
O capacete M-40, era feito de aço com abas de couro pra proteger os soldados dos estilhasos de granadas entre outras coisas. Esse modelo foi usado principalmente nos frontes de batlhas russos pelos soldados da SS.

Achados da Segunda Guerra Mundial

     A segunda Guerra, foi uma guerra de inovações. As potências participantes inventavam novas armas como caças, rifles, metralhadoras, granadas, veículos, gás venenoso e até â bonba atômica. Essa diversidade de armamentos possibilitou um grande expolio de guerra para os aliados, que venceram a guerra e ficaram com a tecnologia da derrotada Alemanha. Acontece que a tecnologia muda e os aliados inovaram suas armas, mudaram alguns protótipos nazistas e patentiaram como inventos americanos. Entretanto aqueles espólios ainda se acumulavam e para se livrar véiculos foram desmontados, jogados ao mar, armas derretidas, e acabou q esses espólios foram ficando cada vez mais raros, a ponto de quase não serem achados. Assim são extremamente valiozos e raros. Todavia alguns ainda são achados em terras alemãs e russas e outros que estavam a tantos anos nas profundesas do mar, foram jogados na praia como presente para os colecionadores.

Avião Bi motor provavelmente usado pelos japoneses.


                                                       Recarga de arma alemã.
     Aqui podemos ver a regarga de uma arma alemã chamada Karabiner98k, mais conhecida como Kar98. Uma das armas mais usadas pelos nazistas, era um fuzil de extrema precisão, ainda mais quando era posto sobre sua base uma mira telescópica, se transformando assim em uma exímina sniper.